Mara Gabrilli é indicada para novo mandato na ONU

Foto de Mara em frente ao prédio da ONU em Nova Iorque. Atrás dela estão bandeiras de diversos países.

Tida como uma das maiores defensoras do uso medicinal da cannabis no Congresso Nacional e, conhecendo como poucos o assunto no Brasil, a senadora Mara Gabrilli (PSDB), que também é colunista do portal, expressa nas redes sociais sua satisfação ao ser indicada pelo Brasil para o cargo que renovará 9 das 18 vagas de peritos independentes na temática da pessoa com deficiência na ONU. Gabrilli está no primeiro mandato, que foi iniciado em 2019 e termina neste ano, e deve ficar afastado por dois anos para concorrer novamente em 2024, quando acontecerá a próxima eleição.

“É uma oportunidade grandiosa para mim poder continuar esse trabalho enriquecedor, que me dá a possibilidade de trazer para o Brasil o que foi bem sucedido lá fora e levar para outros países as conquistas que já tivemos por aqui,” revela ela ao exaltar a possibilidade de fazer parte mais uma vez do comitê responsável por monitorar a implementação da convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência.

A senadora, que é reconhecida por seus trabalhos sociais, como o que desenvolve no Instituto Mara Gabrilli fundado em 1997, fomenta o progresso de pesquisas científicas para cura de paralisias, além de apoiar atletas de alto rendimento do paradesporto e auxiliar pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade. Ela também foi a primeira brasileira a participar do Comitê da ONU.

A votação, que será realizada em 2024, pode garantir mais 4 anos de mandato para Gabrilli, que destaca: “fazer parte do comitê que deriva da convenção é uma honra, não apenas é o primeiro tratado internacional que o Brasil ratificou com status constitucional, como também é o principal instrumento internacional que nos inspirou para redigir a nossa Lei Brasileira de Inclusão – a LBI.”

Vale ressaltar que o trabalho na ONU não é remunerado e é realizado em paralelo ao mandato da senadora. Assim, todas as despesas referentes ao trabalho são custeadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), sem qualquer custo para o Senado, nem para o Brasil.

Fonte: Sechat

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